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Ciclistas em Brasília não consideram a cidade segura para pedalar.

Matéria do SuperEsportes por Patrícia Banuth

Kleber Lima/CB/DAPress
Ciclistas pedalam por uma das vias do Lago Sul: paisagem privilegiada

O atropelamento em massa de ciclistas em Porto Alegre, no último dia 25, quando um homem avançou propositalmente contra dezenas de pessoas que participavam de um evento ciclístico, levantou uma questão: existe lugar seguro para pedalar no Distrito Federal?

Muitos adeptos das bicicletas que vivem na capital do país acham que não. Para eles, o único local que poderia ser destacado é o Autódromo Internacional Nelson Piquet. Mas, como a área fica disponível para os treinos de bike apenas das 6h às 9h, essa opção não é um destino certo para quem quer pedalar em outros horários.

O Correio levantou com os ciclistas de Brasília quais são os lugares mais utilizados por eles para pedalar. Dez pontos foram citados como os mais frequentados. Entretanto, nenhum deles apresentou apenas características favoráveis. Nesse sentido, a falta de segurança é o principal inimigo, já que grande parte das queixas se referem ao desrespeito dos motoristas com relação aos ciclistas.

Para minimizar o problema, o que os ciclistas do DF buscam fazer é tomar certas medidas de prevenção. A regra principal é respeitar os motoristas para terem o respeito de volta. Kátia Luciene Ramos Rodrigues, uma das coordenadoras do Pedal Noturno, afirma que ao subir em uma bicicleta a pessoa já assume algum tipo de perigo. “Eu não me sinto segura pedalando em lugar algum”, declara. “Mas buscamos meios para melhorar as nossas condições de segurança. De segunda a sexta-feira, por exemplo, só saímos para pedalar depois das 20h30, quando o fluxo de carros já diminuiu. Assim, reduzimos o risco de um acidente”, exemplifica Kátia.

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Código Brasileiro de Trânsito – Artigos relacionados a bicicleta – Divulguem

Semana passada, tivemos a infelicidade de assistir a maluquice que foi o atropelamento dos ciclistas em POA. Por isso, acredito que seja importante postar o Código de Trânsito Brasileiro, com os artigos relacionados a Bike, para que todos possam divulgar aos ciclistas e não ciclistas, para as pessoas aprendam a respeitar os ciclistas e não só pelo fato de sermos seres humanos, mas porquê a lei MANDA!

CODIGO DE TRÂMSITO BRASILEIRO

CAPÍTULO II – DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO

Art. 21 Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

Art. 24 Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

CAPÍTULO III – DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA

Art. 29 O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas: (…)§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Art.: 38 Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá: (…)Parágrafo único. durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

Art.: 58 nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos das pista de rolamento, no mesmo sentido da circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

Art. 59 Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

CAPÍTULO IV – DOS PEDESTRES E CONDUTORES DE VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS

Art.: 68 É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios (…) § 1º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

Seção II – Da Segurança dos Veículos

Art.: 105 São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo CONTRAN: VI – para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.

CAPÍTULO XII – DO LICENCIAMENTO

Art. 129 O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários. [ver também Art.24, incisos XVII e XVIII e Art.141]

CAPÍTULO XV – DAS INFRAÇÕES

Art. 170 Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos: Infração – gravíssima; Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir; Medida administrativa – retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Art. 181 Estacionar o veículo:(…) VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público: Infração – grave; Penalidade – multa; Medida administrativa – remoção do veículo;

Art. 192 Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo: Infração – grave; Penalidade – multa.

Art. 193 Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos: Infração – gravíssima; Penalidade – multa (três vezes).

Art.: 201 Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicletas. Infração: média Penalidade: multa

Art.: 214Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado: I – que se encontre na faixa a ele destinada; II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo; (…) Infração – gravíssima; Penalidade – multa. IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada; V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo: Infração – grave; Penalidade – multa.

Art.:220 Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança de trânsito XIII- ao ultrapassar ciclista Infração: gravíssima Penalidade: multa

Art. 244§ 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos III, VII e VIII, além de: a) conduzir passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado; b) transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias; c) transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança. Inciso III – fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda; Inciso VII – sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras; Inciso VIII – transportando carga incompatível com suas especificações

Art. 247 Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão humana e os de tração animal, sempre que não houver acostamento ou faixa a eles destinados: Infração – média; Penalidade – multa.

Art. 255 Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59: Infração – média; Penalidade – multa; Medida administrativa – remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

CAPÍTULO XX – DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 338As montadoras, encarroçadoras, os importadores e fabricantes, ao comerciarem veículos automotores de qualquer categoria e ciclos, são obrigados a fornecer, no ato da comercialização do respectivo veículo, manual contendo normas de circulação, infrações, penalidades, direção defensiva, primeiros socorros e Anexos do Código de Trânsito Brasileiro.

ANEXO IDOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES

ACOSTAMENTO – parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para esse fim.

BICICLETA – veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.

BICICLETÁRIO – local, na via ou fora dela, destinado ao estacionamento de bicicletas.

BORDO DA PISTA – margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos.

CICLO – veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.

CICLOFAIXA – parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica.

CICLOVIA – pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

PASSEIO – parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.

Lugar de bicicleta é na rua ou na calçada?

A reportagem abaixo foi feita pela página do Terra “Você sabia?”

É muito importante que esse tipo de reportagens sejam divulgadas, para que as pessoas comecem a entender que a bicicleta é um veículo como qualquer outro, se não melhor. Uma vez que não polui, não causa engarrafamentos e faz muito bem a saúde!

Segue a matéria na integra

Em países europeus, com a Holanda, as bicicletas são comuns nas ruas das grandes cidades. Foto: Getty Images

Em países europeus, como a Holanda, as bicicletas são comuns nas ruas das grandes cidades
Foto: Getty Images

As bicicletas são veículos silenciosos, ecologicamente corretos, saudáveis e, em casos de grandes cidades com trânsito pesado, são muitas vezes mais eficientes que os carros. Mas, em momentos como este em que um grupo de ciclistas foi atropelado por um motorista em Porto Alegre, vem a dúvida: O lugar de ciclista é na faixa de rolamento ou na calçada?

Segundo o diretor técnico do Detran do Rio Grande do Sul, Ildo Szinvelski, quando não há ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, as bicicletas devem ficar na pista de rolamento, circulando no mesmo sentido que os carros, próximas à calçada. Esses veículos só podem ficar nos passeios se estes forem devidamente sinalizados e a circulação for autorizada pelo órgão responsável.

O ciclista que conduzir sobre a calçada pode até ser multado, já que o ato é considerado infração média, e ter a bicicleta apreendida. Além disso, as bicicletas têm preferência sobre os veículos automotores e cabe a estes a responsabilidade pela segurança do ciclista.

Szinvelski lembra que o ciclista deve zelar pela própria segurança, cuidando, por exemplo, a distância e visibilidade dos outros veículos. O condutor ainda deve usar equipamentos de segurança – campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais e espelho retrovisor do lado esquerdo.

Quando o condutor desce da bicicleta, ele é um pedestre comum, deve andar na calçada, empurrando o veículo, e só pode voltar a circular na pista de rolamento se voltar a pedalar.

 

Tem medo de pedalar no trânsito? Leia o artigo, pode te ajudar!

Trânsito: carros e mais carros, ônibus, motociclistas apressados, pedestres. E nós, ciclistas. Como é que a gente faz?

Pedalar no trânsito parece impossível para muitos, principalmente para quem mora em cidade grande. Será mesmo? Se isto é verdade, por que tem aumentado o número de ciclistas nas ruas?

O que é verdade ou imaginação sobre segurança no trânsito? Segurança no trânsito é estabelecida a partir de números, estatísticas, encontrados através de pesquisas realizadas com base científica, que dizem de fato o que é seguro, perigoso ou inseguro para o condutor de um veículo, pedestre ou qualquer outro que esteja participando do trânsito. O resto é imaginação (ou ficção) popular, e esta sim, costuma ser perigosa.

Normalmente, quando acontece um acidente a história corre de boca em boca, e em pouco tempo parecerá que houve um acidente em cada esquina e a cada minuto. Há um certo prazer em contar e ouvir histórias deste tipo. Mesmo depois de muito tempo, um acidente sempre é uma conversa interessante. O que foi um tombo causado por um susto acaba se transformando num coitado sob as rodas de um ônibus. É como no caso dos aviões: há em média 2 (sim, dois!) acidentes para cada milhão de decolagens, o que transforma o avião no meio de transporte mais seguro existente. Mesmo assim só se fala nos que se esborracharam. Detalhe: nestes dois raríssimos acidentes não necessariamente houve morte, nem um arranhão sequer (o avião apenas pousou de barriga).

A imensa maioria dos ciclistas pedala sem sofrer acidentes de trânsito! Mas, bom mesmo é quando há sangue na conversa.  O fato é que as pessoas se apegam a certas verdades muito mais para evitar a possibilidade de mudanças em suas vidas do que para qualquer outra coisa. “Vai que pedalar é muito mais seguro que imagino, eu vou ter que assumir que estava errado todo este tempo”.

O que é novo é estranho e traz receios. Para quem pedala pela primeira vez no trânsito a situação pode parecer assustadora. Só nos conscientizamos que a maioria dos perigos são imaginários com a convivência, a prática.

Trânsito é previsível, tem lógica, responde à física. Há uma parte psicológica? Sim, mas esta também é previsível. Todo acidente é causado por um erro, uma falha. Se não houver erro ou falhas, não haverá acidente. É óbvio, parece uma afirmação besta, idiota, mas não é, muito pelo contrário. Quem compreende esta verdade, entende o que é segurança no trânsito e praticamente zera a possibilidade de um acidente.

Antes de culpar o outro, descubra qual é seu erro e você descobrirá a solução para o conflito.

Para o ciclista em qualquer lugar:

1. seja educado

2. obedeça as leis de trânsito

3. sempre sinalize suas intenções

4. use roupas claras ou chamativas

5. mantenha os refletores limpos

6. evite ruas e avenidas movimentadas

7. mantenha-se à direita e na mão de direção

8. não faça zig-zag: procure pedalar mantendo uma linha reta

9. aprenda a ouvir o trânsito

Pedalar com segurança

Se o ciclista seguir umas poucas regras básicas o risco de acidente cai praticamente a zero. Sempre haverá possibilidade de alguma tensão ou conflito, mas será bem mais difícil a ocorrência de um acidente.

O importante é você entender que, enquanto pedala e conduz a bicicleta, você é um ciclista, e não um motorista ou motociclista. Bicicleta acelera, mantém a velocidade e desacelera de uma maneira completamente diferente de qualquer veículo motorizado. Por causa disto a relação do ciclista com o trânsito tem suas particularidades que tem ser respeitadas.

Mais da metade dos acidentes de trânsito envolvendo ciclistas são responsabilidade do próprio ciclista.

Pedalar tranquilo

1. acredite no que é científico; tome cuidado com o que falam por aí

2. mais de 50% dos acidentes são de responsabilidade do próprio ciclista

3. 95% dos acidentes envolvendo ciclistas acontecem em cruzamentos

4. em menos de 1% dos acidentes o ciclista sofre uma colisão traseira

5. pedalar na contra-mão aumenta muito a possibilidade de acidente com seqüelas graves ou morte

6. ciclista que veste roupas claras ou chamativas e sinaliza suas intenções, diminui sensivelmente a possibilidade de acidente

7. boa parte dos acidentes são causados por falha na manutenção da bicicleta

Se sua habilidade com a bicicleta não é boa e você tem que cruzar uma via muito perigosa ou cheia de obstáculos, cruze a pé, empurrando a bicicleta.

A relação com o motorista

1. quanto espaço ele precisa para frear?

2. para onde ele está olhando?

3. olho no olho do motorista ou pedestre

4. se não é possível ver o olho do motorista, olhe para as rodas dianteiras do carro

5. tente antecipar a reação do trânsito: olhe longe, pense adiantado

6. cuidado com a abertura das portas dos carros

O que nunca se deve fazer

1. nunca pedale na contra-mão, a não ser que esteja sinalizado

2. não pedale onde o motorista não o pode ver

3. nunca entre com tudo nos cruzamentos, esquinas ou saídas de estacionamentos

4. nunca force uma situação contra um carro, moto ou ônibus

5. não pedale muito próximo do meio fio

6. não fique olhando para trás, preocupe-se com o que vem pela frente

7. não use walk-man

Precauções

1. pedale de forma que seu comportamento transmita segurança aos outros

2. só olhe para trás quando for realmente necessário

3. em descidas fortes, evite deixar a bicicleta correr demais

4. cuidado com mudanças de piso e suas diferentes aderências

5. tampas de bueiro em aço ou sinalização pintada no solo quando molhadas escorregam muito

6. com chuva ou chão escorregadio diminua a velocidade

7. com chuva a visibilidade de todos fica prejudicada

8. esteja sempre com a marcha correta engatada. Antes de parar a bicicleta nos cruzamentos engate uma marcha que lhe permita arrancar rápido.

9. Respeite o pedestre, sempre

Para o motorista

1. faixas de rodagem são calculadas para a passagem de um veículo por vez

2. a maioria dos motoristas não pedala, portanto não sabe como a bicicleta se comporta em movimento

3. a diferença de velocidade entre uma bicicleta e um automóvel é grande e o tempo de reação do motorista é baixo

4. motoristas precisam prestar atenção em muita coisa ao mesmo tempo. A bicicleta é visualmente o menor dos veículos no trânsito, portanto o mais difícil de ser percebido

5. motoristas de qualquer veículo grande não tem uma boa visibilidade externa, portanto o ciclista deve guardar distância

6. um carro ou uma moto freiam mais rápido que uma bicicleta

7. a bicicleta desaparece no ângulo formado pela coluna de um carro

Para o pedestre o outros

1. pedestres tem prioridade sobre ciclistas. Lembre-se que você também é um pedestre. Respeite para ser respeitado

2. um pedestre pode mudar de direção de maneira muito brusca. Aproxime-se devagar, avisando sua chegada e passe guardando distância

3. patins e skates também mudam de direção muito rápido

4. cachorros e gatos tem reações inesperadas. Evite assustá-los

5. próximo a árvores pode haver raízes perigosas

fonte: escoladebicicleta.com.br

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